terça-feira, 22 de dezembro de 2015

COMUM, NUNCA MAIS

          Boa tarde! Deus abençoe a sua vida e desde já desejo um natal abençoado para você e toda a sua família. Neste fim de ano tivemos e estamos tendo alguns acontecimentos não muito agradáveis mas, faz parte estamos na linha de frente de uma batalha que só terminará com a vinda do nosso Salvador.
           Vamos mudar de assunto e falar de algo agradável. 
Comum, Nunca Mais
Hoje, na cidade de Davi,
lhes nasceu o Salvador,
que é Cristo, o Senhor.

Lucas 2:11
Era uma noite comum, com ovelhas comuns e pastores comuns.

Daí, o céu escuro explodiu em clareza. Árvores que eram sombras pularam na claridade. Ovelhas caladas tornaram-se um coro de curiosidade. Um momento o pastor estava morto de cansaço, e num instante estava esfregando os olhos e encarando um álien.
Essa não seria nenhuma noite comum.
O anjo veio na noite porque é na noite que as luzes são mais bem vistas e mais bem quistas.
Tudo aconteceu num momento memorável - um momento como nenhum outro.
Deus tornou-se homem. A divindade chegou. Os céus abriram e colocaram o que era mais precioso num ventre humano. Deus chegou perto!
No mistério do Natal, encontramos sua majestade. O mistério de como Deus tornou carne, porque ele escolheu vir, e o quanto ele deve amar o seu povo.
O onipotente, em um instante, se tornou frágil. O que fora espírito se tornou palpável. Ele que era maior que o universo veio a ser um embrião. E aquele que sustém o mundo com uma palavra decidiu depender para sua nutrição de uma jovenzinha.
Deus como um feto. A santidade adormecida num ventre. O criador da vida sendo criado.
Deus ganhou sobrancelhas, cotovelos, dois rins e um baço. Ele se esticou contra as paredes, e flutuou no líquido amniótico da mãe.
Deus se aproximara.
Ele veio, não como um lampejo de luz ou como um conquistador inacessível, mas como alguém cujos primeiros gritos foram ouvidos por uma camponesa e um carpinteiro sonolento. As mãos que o sustentaram pela primeira vez eram calosas e sujas, mal cuidadas.
Nenhuma seda. Nenhum marfim. Nenhuma festa. Nenhuma pompa.
Se não fosse pelos pastores, não teria havido recepção. E se não fosse por um grupo de contempladores de estrelas, não haveria presentes.
Os anjos olhavam enquanto Maria trocava as fraldas de Deus. O universo observava maravilhado enquanto o Todo-poderoso aprendia a andar. Crianças brincaram na rua com ele. E se o líder da sinagoga em Nazaré soubesse quem estava ouvindo os seus sermões...
- de Max Lucado.

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