sexta-feira, 28 de março de 2014

Ela ofertou a própria vida ao Senhor...






Em 1954, aos 10 anos de idade, Lorita foi tocada pela mensagem da palavra de Deus durante um culto de sua igreja, no Texas.  A congregação sentiu a presença de Deus de forma diferente no culto daquela noite, quando o missionário Bob Schmidt pregou.

O pastor da igreja, Ralph McCoy, colocou o prato de ofertas sobre a mesa que estava em frente ao púlpito, e encorajou a igreja a contribuir para ajudar o missionário Schmidt e sua família em seu ministério na França.  As pessoas começaram a levantar de seus lugares e irem até à mesa a fim de entregar suas ofertas. Então a jovem Lorita deixou seu lugar e foi até a frente.  Mas ela simplesmente ficou em pé em frente ao prato de ofertas, chorando copiosamente.  O pastor Ralph McCoy se aproximou dela e carinhosamente a perguntou porque chorava tanto.  Para a surpresa do pastor, Lorita respondeu: "Eu não tenho nenhum dinheiro para dar, mas quero ofertar a minha vida a Deus!"  Ternamente ele a a levantou do chão e a colocou sobre o prato de ofertas.  Então disse à congregação: "Esta garota não tem dinheiro algum para entregar, mas ela quer ofertar a sua vida ao Senhor!  E você, o que deseja ofertar?"  A glória de Deus encheu aquele lugar e muitos começaram a ir à frente para renovar seus votos de dedicação ao Senhor.
Linda McCoy, amiga de Lorita, estava lá naquela noite.  Ela nos contou detalhadamente essa linda história e como tantas outras vidas foram tocadas durante aquele culto.  Muitos se tornaram missionários e serviram a Deus na Guatemala, no México, em outros países da América Central, no Brasil e nos Estados Unidos.  Mas a história não termina aí!  60 anos depois, os efeitos daquela consagração a Deus continuam a ser observados na vida dos filhos, netos e conterrâneos daqueles que ofertaram suas vidas a Deus naquela tarde.  E tudo começou com  uma criança em lágrimas e outras almas desejosas de levar o Evangelho de Jesus Cristo aos outros.
Em 1954, missionários e evangelistas precisavam levar o evangelho de salvação a quase 3 bilhões de pessoas a fim de dizer-lhes que Jesus morreu e ressuscitou pelos seus pecados e tem o poder para libertar o pecador da culpa e da condenação do pecado.  Agora, com mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, é impressindível que cada verdadeiro cristão seja uma testemunha de Jesus.  Entretanto, existem alguns que o Senhor deseja que ofereçam suas vidas e se tornem missionários, mestres e pregadores da Palavra.  E você?  Está disposto a se entregar a Deus com a mesma sinceridade e disposição que Lorita teve?  Você não pode nem imaginar como 
a sua sensibilidade e obediência a Deus podem afetar o seu destino e o de muitas outras pessoas!



Equipe do Instituto Bíblico da BBN

segunda-feira, 24 de março de 2014

A SEDUÇÃO DAS HERESIAS CONTINUA SENDO UM FORTE MOTIVO DO AFASTAMENTO DE CRENTES.




A caminho de Jerusalém, antevendo prisões e sofrimento, o apóstolo Paulo encontrou-se com os líderes da Igreja de Éfeso e, entre outras coisas, ele disse saber que depois de sua partida, lobos ferozes entrariam no meio do rebanho (At 20:29-32): “E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos.” At 20:30. Pensando no trânsito de crentes entre igrejas e nos pecados envolvidos, as heresias sedutoras, com que Paulo lidou durante todo o seu ministério, continuam sendo um dos motivos do afastamento de crentes.
Nesse texto de Atos, quatro aspectos do afastamento estão implícitos: a ferocidade, isto é, a ganância de líderes que querem tirar as ovelhas; o fato de tais líderes se levantarem no meio dos outros, dificultando sua identificação; o torcerem verdade para torná-la atraente; a fraqueza dos crentes que se deixam seduzir. No final do ministério de Paulo, esses lobos ferozes causaram tanta destruição que ele escreveu a Timóteo na iminência de sua morte dizendo: “Você sabe que todos os da província da Ásia me abandonaram” 2Tm 1:15. O contexto e o próprio termo que usou indicam que o afastamento não foi apenas da pessoa de Paulo mas também do Evangelho que ele ensinou.
“Por isso vigiem”, Paulo recomendou o modo de se evitar um ataque certo – antes de tudo, a vigilância piedosa da liderança ao confrontar heresias, e dos crentes, eu diria, para se deixarem seduzir; “Agora, eu os entrego a Deus”, ou seja, a confiança de que Deus mesmo zela por sua Igreja; “e à palavra da sua graça” que pode edificar e santificar um crente ao ponto de ele resistir ao chamado dos lobos. Com o crescimento da Igreja Brasileira, heresias sem conta nos atingiram, e tornou-se muito comum os crentes transitarem de uma igreja para outra em busca de um ensino mais interessante do ponto de vista de seus interesses carnais.
Se você é um desses crentes que ouviu de um pregador eloquente, que leu em um livro envolvente, coisas que não se dizia em sua igreja; se essas coisas parecem mais interessantes, mais cativantes, e até mais lógicas ou coerentes, cuidado! Pode ser que os lobos estejam alcançando você, para arrastar sua vida à destruição. Nesse caso, faço a você o mesmo apelo que Paulo fez a Timóteo: não se envergonhe dos líderes que são prisioneiros de Cristo, nem do Evangelho deles, ainda que não se pareça tão bonito ou vitorioso ou sensato como o dos que torcem a verdade. Permaneça em sua igreja.
José Bernardo é pastor, pesquisador, escritor, estrategista de evangelização e conferencista. Fundou e preside a agência missionária de mobilização evangelística AMME Evangelizar.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Entre em Campo com Cristo pelas Nações

Missões Mundiais chega a 2014.  Após 107 anos vivendo a Missão ao redor de todo o globo, a JMM convida você a vir conosco mais uma vez: Entre em Campo Com Cristo, pelas Nações. O Reino de Deus começa nesta vida. Nos evangelhos, lemos algo que nos inspira a viver como Jesus, o único caminho para servir como ele serviu: “O Reino de Deus não vem de modo visível, nem se dirá: ‘Aqui está ele’, ou ‘Lá está’; porque o Reino de Deus está entre vocês” (Lc 17.20-21). Esta é uma das forças que move a nossa vida: o Reino de Deus está entre nós e precisamos mostrar isso a todo que passar pela nossa história: como
pessoas, como cristãos, como igreja, como servos de Cristo. A justiça, a paz, a solidariedade, o amor,
a esperança, a bondade, a salvação e a compaixão do Reino devem ser valores e convívios deste nosso
tempo. Por isso, entre em campo. Entre em campo com sua vida. Entre em campo com sua vocação, seus talentos, seus dons, seus recursos, seus relacionamentos. Entre em campo intercedendo, mobilizando, indo e ofertando. Queremos viver Apocalipse 15.4, que nos revela a consumação do Reino de Deus: “Todas as nações virão à tua presença e te adorarão”.O ditado diz que “O que os olhos não veem o coração não sente” e, na Bíblia, aprendemos que “a fé vem pelo ouvir”. Podemos entender que não haverá um movimento no coração das pessoas se não as despertarmos para isso. Precisamos informar, envolver, caminhar ao lado. Viver experiências missionárias, perto ou longe de casa, traz o coração da nossa igreja para mais perto da Missão. Entrar em campo com Cristo, pelas Nações, é isto: manifestar a maior densidade possível do Reino de Deus nesta Terra, através da vida que ele nos deu. Venha, Senhor Deus. Esteja conosco nesta caminhada. Que celebremos a vida com a verdadeira paz, com a alegria que só o teu amor dá.Entrar em campo com Cristo, pelas Nações, é viver o Reino. Levar a vida. Vamos juntos a todos
os lugares da Terra.
João Marcos B. Soares
é pastor e Diretor Executivo
de Missões Mundiais.

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