segunda-feira, 2 de novembro de 2009

MISSÕES EM SAPIRANGA

20:35
Boa noite pra vc que está lendo este artigo.Hoje está muiiiiito quente aqui em Sapiranga, aliás a semana toda, aqui no Sul também faz calor (risos). E estamos felizes por que recebemos a visita de um casal que já amamos, eles compareceram neste domingo pela manhã, conversamos um pouco e compareceram domingo a noite, disseram que gostaram, acho que sim por que estávamos na casa de um casal nossas ovelhas e o meu esposo recebeu uma mensagem pelo celular do rapaz agradecendo pelo nosso carinho dedicado a eles, nossa aquilo nos emocionou muito, foi muito gratificante e isso nos mostrou que estamos no caminho certo e Deus está no controle, louvado seja Deus, foi para isso que Deus nos colocou aqui neste lugar.
Li este artigo e gostei muito e passo para vc ler também.
Dia de Todos os Santos e Finados (Halloween 2)
“E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos” (Mt 22.31, 32).
Nos dias 1 e 2 de novembro, a tradição católica comemora duas festas religiosas de seu calendário: a “Festa de Todos os Santos” e “Finados”, respectivamente. É importante compreendermos que estas festas são, tão somente, paganismo travestido de cristianismo. Certamente, a prática de homenagear mortos não encontra respaldo bíblico. Na verdade, as Escrituras se opõem veementemente a tal prática. Qualquer tentativa humana que pressuponha entrar em contato com o mundo das almas ou dos espíritos, é chamado por Deus “abominação” (Dt 18.10-12). Digno de nota é que, tanto a Festa de Todos os Santos como o Dia de Finados, não têm como objetivo apenas lembrar dos mortos, mas verdadeiramente reverenciá-los.
Para o verdadeiro cristão, é importante que se diga, tais comemorações não têm nenhum valor ou sentido, sendo, inclusive, danosas. Ele sabe que não há comunicação desse mundo com o céu, morada dos eleitos de Deus. Não tem sentido homenagear quem está incomunicável e, alem disso, é desobedecer a Deus, estimulando o ocultismo. Os que já se foram não estão “olhando por nós”, bem como, não participam de nossas alegrias ou tristezas, lembramos sim dos nossos entes queridos que tanto amamos que já se foram, eles continuam vivos em nossa memória e coração. Nosso Deus não é um Deus de mortos, mas de vivos. Os mortos não ficarão assim para sempre: há ressurreição! Aprendamos a celebrar a ressurreição, a vida e não a morte, e rechacemos todo o paganismo que insiste em influenciar a nossa sociedade.

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